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Big Data e Business Intelligence: o uso dos dados para a tomada de decisão

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Big Data e Business Intelligence: o uso dos dados para a tomada de decisão

“Dados são o novo petróleo” – Em 2006, o cientista de dados Clive Humby publicou esta curiosa frase, a qual veio a ter um preciso significado nos dias atuais. Entretanto, o que ela realmente quer dizer?

A primeira impressão que temos ao ler essa frase, é de dados serem muito preciosos, assim como petróleo também é, certo? Bem… o buraco é um pouco mais embaixo.  

Para compreendermos a frase da maneira correta, vamos pensar brevemente em qual é a função do petróleo. O petróleo em si NÃO é útil, o que realmente importa são os produtos que obtemos ao refiná-lo: gasolina, plástico, diesel, querosene e muitos outros. E o mesmo acontece com dados: em seu estado “cru”, eles não são valiosos. Por exemplo, de que adianta sabermos a idade e o poder aquisitivo de cada habitante de uma grande cidade? O que faríamos com isso? É simples, transformaremos em informações!

E essas são as funções das ferramentas de Big Data, que coletam e organizam dados, e Business Intelligence (ou apenas BI), que processam e transformam os dados já coletados em informações. 

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Mas como aplicamos os dados no dia a dia?

Ao trabalharmos com as duas categorias de dados citadas acima (“idade” e “poder aquisitivo”), poderíamos cruzá-las e descobrir, por exemplo, qual é a faixa etária da população que possui a maior renda. Essa informação é muito valiosa para uma série de empresas, as quais podem utilizá-la para elaborar estratégias e planos de ação que têm como base a concentração de renda em determinada faixa etária da população. 

Vamos imaginar que a empresa em questão seja uma montadora de veículos e os dados cruzados revelam que a faixa etária com a maior renda na cidade é a de pessoas de 40 a 55 anos. Sabe-se também que os tipos de veículos mais procurados por elas são SUV’s médios e grandes, por serem adequados para o dia a dia familiar.  Uma estratégia plausível, então, seria oferecer versões mais refinadas dos veículos em questão. Assim, percebe-se a importância dos dados na produção, como base para decisões. 

Dessa forma, assim como o petróleo, os dados se tornam valiosos ao serem manipulados, pois se transformam em informações. Elas, por sua vez, são extremamente preciosas para as empresas, servindo de base para a tomada de decisões de maneira estratégica e respondendo questões do tipo: “O que iremos fazer com relação a determinado problema?”, “Como/quando/onde iremos investir nosso dinheiro?”, “Onde poderíamos inaugurar uma nova sede?” e muitas outras!

A pergunta que fica é: “como são feitos a coleta e o cruzamento de dados?”

Vamos começar entendendo os tipos de dados existentes e, então, as formas de coletá-los. Eles podem ser divididos em três “categorias”:

  1. Sociais:

    São os dados que as pessoas fornecem a partir de seus comportamentos online, ou seja, os assuntos que buscamos no Google, o que comentamos e curtimos nas redes sociais, os horários do dia que costumamos acessar a internet, dentre outros;

  2. Corporativos:

    São os dados internos de empresas, gerados a todo momento, como quantidade e tipos de defeitos de produtos na linha de produção, nível de satisfação de funcionários em cada setor, e por aí vai;

  3. Pessoais:

    São os dados “técnicos” que fornecemos ao utilizar a internet, ao exemplo do tipo de dispositivo (smartphone, computador, tablet…), endereço de IP, localização em tempo real e endereço de e-mail.

Podemos notar que, para fornecermos nossos dados às empresas, basta utilizarmos a internet! Já as empresas, por sua vez, utilizam softwares que são capazes de coletar, registrar e até mesmo processar uma grande quantidade de dados, praticamente em tempo real, para que as informações e tendências de mercado possam estar “frescas” para serem melhor aproveitadas. 

Alguns exemplos de softwares incluem: Perception (HBM), Splunk, Spark (Apache), Knime e MongoDB. Eles já cumprem as duas funções, de Big Data e Business Intelligence, pois servem não só para coletar e organizar dados, mas também para processá-los, produzindo informações úteis para o futuro das empresas.

“Existe algum jeito de aplicar Big Data e BI na minha empresa sem ter que pagar por softwares?” Sim!

Uma das maneiras é utilizar as ferramentas Google Forms, Google Sheets (ou MS Excel) e MS Power BI, já que todas elas são gratuitas. Basta seguir as etapas abaixo:

  1. A empresa disponibiliza um Google Forms (perguntas) para o usuário preencher os seus dados, que serão utilizados para a análise;
  2. Como Forms e Sheets são ambas ferramentas da Google, é possível realizar uma integração entre elas, onde todos os dados obtidos são automaticamente registrados em uma planilha (Google Sheets), localizada no Google Drive;
  3. Em seguida, é possível importá-los para o MS Power BI, que pode se comunicar tanto com Google Sheets, quanto com MS Excel;
  4. Tendo os dados coletados já dentro do MS Power BI, será então possível realizar as análises de dados desejadas.

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